AS MULHERES NO RAP NACIONAL


Desde que chegou ao Brasil, no fim da década de 70, o Rap foi feito por homens. São grandes nomes Sabotage, Thaíde, MV Bill, D2, Gabriel o Pensador, o grupo Racionais Mc’s, o grupo Facção Central, Realidade Cruel, Quinto Andar e muitos outros rappers que tem sido destaque na atualidade como Kamau, Shawlin, Marechal, Emicida, Projota, etc.

E onde estão as mulheres?

As mulheres tem começado a aparecer na mídia há pouco tempo. Com a internet democratizando a criação de conteúdo, somando-se o movimento feminista, algumas rappers tem sido alavancadas e mostrado que rap não é coisa só de homem.

Abaixo você irá conferir uma lista de talentosas rappers mulheres que tem muito a dizer fazendo um som de qualidade.

  1. https://www.youtube.com/watch?v=uA-756YNCkA
    O grupo de rap Odisseia das Flores é formado por Jô Maloupas, Chai, Letícia, que desde 2008 focam seu trabalho na luta pela valorização da mulher na sociedade. O grupo, que possui originalidade e protesto como postura principal, vem trazendo à tona o cotidiano, deixa forte e evidente a resistência feminina. Em 2010 conheceram DJ Dog que já passou por vários grupos conceituados de SP, o mesmo com sua experiência de mais de 15 anos no Rap Nacional, chega para somar com suas ideias inovadoras deixando esse trabalho mais dinâmico e original. As integrantes Jô, Chai e Letícia compõem e interpretam suas músicas, com influências da realidade que vive e diversas como:o Rap, Reggae, samba, capoeira, Maracatu, Blues e MPB. Odisseia das Flores participa e realiza também trabalhos sociais voltados para as comunidades da periferia de São Paulo. Atuando em eventos culturais a maioria feito por coletivos independentes das periferias, atividades em ONG’s e Associações, oficinas de M’C, palestras, debates e a elaboração de projetos sociais e culturais, casas de shows, eventos de rua entre outras celebrações. fonte: perfil oficial no soundcloud

  2. https://www.youtube.com/watch?v=kOSQngZjvdc
    Karoline dos Santos de Oliveira (Curitiba, 1 de janeiro de 1987), mais conhecida como Karol Conka, é considerada uma das principais representantes do Rap feminino dos últimos tempos no país, sendo indicada a "Aposta" no VMB 2011. Começou sua carreira em um concurso escolar, até gravar sua primeira música demo, disponibilizando suas canções em seu myspace oficial e mais tarde fazendo uma parceria com o rapper Projota, na canção "Não Falem!". fonte: wikipedia

  3. https://www.youtube.com/watch?v=rIN634cjR5U
    Brisa De La Cordillera é cantora filha de chilenos, nascida em Belo Horizonte, criada em Sabará. Conhecida como Brisa Flow, a artista faz juz ao vulgo por ter uma musicalidade livre. Iniciou sua carreira em 2010 participando ativamente da cena cultural mineira. Em 2012 mudou-se para São Paulo onde participou de diversos projetos e eventos relacionados a música e aos direitos das mulheres. A música “As de cem” esteve entre as virais do Spotify em 2015 e recebeu o prêmio Olga “Mulheres Inspiradoras”. Em 2016 lançou seu disco “Newen” de forma independente, o trabalho esteve entre as listas dos melhores discos do ano selecionados pelo Estadão, Brasileiríssimos e Noticiário Periférico. fonte: página oficial no facebook

  4. https://www.youtube.com/watch?v=913d_564Tmk
    Negra Li, nome artístico de Liliane de Carvalho (São Paulo, 17 de setembro de 1979), é uma cantora, compositora, rapper e atriz brasileira. Solista do coral da Universidade de São Paulo, ela estuda música e piano e é considerada uma das principais cantoras com sua bela voz de contralto. Negra Li iniciou sua carreira musical com o grupo de rap RZO, em seguida iniciou parceria com o rapper Helião, e atualmente a cantora está em carreira solo. fonte: wikipedia

  5. https://www.youtube.com/watch?v=apNabfNnoUk
    Aos 25 anos de idade, a cantora Lívia Cruz desponta como uma das principais expoentes da presença feminina no hip-hop brasileiro - um universo em que, ainda hoje, predominam as vozes masculinas. Compõe e canta desde os 14 anos, época em que participava de grupos de rap iniciantes de sua cidade natal, Recife (PE). Quando optou por seguir a carreira musical, Lívia Cruz decidiu mudar-se para o Rio de Janeiro, em busca de mais oportunidades na profissão. Lá, passou a integrar o coletivo Brutal Crew e gravou sua primeira música, "Viúva rainha". A canção lhe rendeu, em 2003, uma indicação ao Prêmio Hutuz, o maior festival de hip-hop com premiação da América Latina. fonte: página oficial no facebook

  6. https://www.youtube.com/watch?v=6vUMS_VZSyY
    A jovem cantora e compositora Drik Barbosa, que aprendeu a fazer freestyle na batalha do Santa Cruz e participou de músicas de artistas conhecidos, como, Flow MC, Amiri, Marcello Gugu e logo depois, Projota e Dj Caique. Em 2013, Drik teve colaboração na música do rapper Emicida “Aos olhos de uma criança” trilha do filme “O menino e o Mundo” – um longa metragem de animação feita por Alê Abreu. fonte: página oficial no facebook

  7. https://www.youtube.com/watch?v=g6xV-SHZLxE
    Flora Matos (Brasília, DF, 18 de novembro de 1988) é uma cantora de rap brasileira. Considerada por muitos como uma das mais promissoras MCs do país, ela lançou em 2009 seu primeiro álbum, Flora Matos vs Stereodubs. Criada por uma família de artistas, aos quatro anos de idade já subia aos palcos da banda "Acarajazz", que acompanhava o compositor baiano Renato Matos, pai de Flora. Em 2002, aos treze, passou a freqüentar bailes de RAP. Em 2006 aos 17 anos, Flora Matos se apresentou como MC ao lado de Dj Brother e recebeu o prêmio de melhor cantora do ano em Brasília. Em 2007, Gravou o remix da música "Véu da noite" da cantora Céu, produzido por Dj Kl Jay, e se mudou para São Paulo. Em 2008, Flora foi MC residente em boates da cidade se São Paulo, como Glória, Veggas, e Mood. Fêz shows pelo Brasil acompanhada de Dj Kl Jay, Dj Cia, Dj Lx, e Dj King. Em 2010 foi indicada ao VMB na categoria Aposta MTV. De 2013 a 2016 , Flora fez grandes shows por todo Brasil , se apresentou em programas de televisão como “Altas Horas” e “Esquenta”, além de se internar em alguns estúdios pelo Brasil para compor e produzir músicas pro seu disco solo, que por sinal é um dos álbuns de Rap mais aguardados dos últimos anos. fonte: wikipedia

  8. https://www.youtube.com/watch?v=uf0bID-uX_I
    Tássia Reis poderia simplesmente ser definida pelas suas características artísticas, como compositora e cantora, e já seria suficiente para que se escutasse com atenção este segundo trabalho da artista nascida em Jacareí há 27 anos, que faz do hip hop sua arma contra e à favor do mundo. Mas ela é bem mais que isso – é uma usina criativa de convicções, em que seu discurso tão feminista quanto libertário (nas mais diversas vertentes, da intolerância à opressão emocional) dita canções sublimes, embaladas por sua doce voz em gêneros abertos, do rap ao reggae. Tássia demorou a se entender artista. Durante a adolescência fez parte de grupos de dança urbana em Jacareí. Foi quando descobriu a Cultura Hip Hop e canalizou sua veia criativa para escrever dentro dos gêneros que este abrangia. Estava tão acostumada a ouvir Clara Nunes por influência da mãe quanto Jackson 5 por influência do pai e os raps de Sabotage, RZO, Expressão Ativa e Racionais MCs por força do irmão. Sua caneta correu ligeira em textos que já vinham acompanhados de melodias, com propostas de harmonias e arranjos. Foi assim que depois de se mudar para São Paulo, aos 20 anos, e concluir o curso de graduação em Moda, aceitou os elogios que sempre recebia por sua voz e colocou em estúdio na canção “Meu Rapjazz”. Era para ser parte de uma mixtape só de mulheres, que não vingou. Mas a canção serviu como trampolim para sua carreira. Lançada na Internet, a aceitação foi imediata, o que levou a equipe que começou a acompanha-la a produzir um clipe para a música. No primeiro dia, ao chegar a 10 mil views, ela teve certeza que acertara. Tanto que exato um ano depois saiu seu primeiro EP, batizado com seu próprio nome. Enquanto isso, sua participação em projetos foi crescendo. Foi convidada para cantar com Marcelo D2, gravou com Izzy Gordon, fez shows com a banda de jazzrap Mental Abstrato, foi para o universo das rimas femininas no projeto “Rimas e Melodias”, entrou para a discussão de gêneros que sempre propôs no “Salada de Frutas” e a posição política a levou a novas composições, que culminam neste “Outra Esfera”. fonte: página oficial no facebook

  9. https://www.youtube.com/watch?v=v63RQCCybbo
    Lurdes da Luz (estilizado para nome artístico de Lurdez da Luz), é uma rapper integrante do grupo Mamelo Sound System. Lurdez é originária de São Paulo capital, mãe solteira de um filho, iniciou seu gosto pelo rap em 1994, e pelo final do da década de 90, ingressou no grupo de hip hop Mamelo Sound System, como vocais principais e secundários. Ela iniciou sua carreira solo em 2009. Em 2010 ela lançou o primeiro single, Andei, para à promoção de sua primeira gravação solo de estúdio, o EP Lurdez da Luz (álbum). Tal faixa também recebeu videoclipe, que foi indicado ao Video Music Brasil 2011 como o "Melhor Videoclipe". Lurdez, ainda em 2008, gravou uma colaboração com o grupo 3 na Massa, na faixa "Sem Fôlego", para o seu primeiro álbum de estúdio. Luz já colaborou com rappers e cantores como Rodrigo Brandão, Jorge Du Peixe, MC Stefanie, Rob Mazurek, Chicago Underground e Exploding Star Orchestra, além de Guilherme Granado do Hurtmold e Bodes & Elefantes; tais como os produtores músicais DJ Mako, DJ PG e Rump. Lurdez já fez parcerias nacionais com artistas como Black Alien, Naná Vasconcelos, DJ Marky, Nação Zumbi, J.T. Meirelles, Mundo Livre S/A, Hurtmold e Thaíde & Dj Hum, e também colaborações internacionais, como com Afrika Bambaataa, Wax Poetic, DJ J.Period do Zion I; e Rahzel, o beatboxer do grupo The Roots. fonte: wikipedia

  10. https://www.youtube.com/watch?v=p6kRqzpoo3k
    Aos 35 anos (em 2016), Luana já tem 16 de carreira e dedica sua música ao protesto de cunho feminista, negro e lésbico. Hoje é reconhecida dentro dos movimentos LGBT e feminista, já ganhou prêmios importantes como o Hutúz, foi convidada a cantar no primeiro Festival de Rap Feminista de Cuba e participou da minissérie “Antônia”, da Rede Globo. fonte: M de Mulher

  11. https://www.youtube.com/watch?v=gcwBpIP7t1o
    Mayarah Magalhães tem um contato com a música muito forte desde criança, neta de músico e filha de amantes da música sempre esteve com a música presente em sua vida . Surgindo o interesse pelos palcos na adolescência e começando assim também a compor de uma forma natural . Passou a estudar canto popular na cidade onde residia . Desde então tem buscado e conseguido seu espaço por onde passa com suas canções e sua voz marcante. A cantora recentemente lançou uma demo soltando algumas de suas músicas para o um conhecimento do público ao seu trabalho e está se preparando para lançar um novo trabalho em 2014. fonte: perfil oficial no google+

  12. https://www.youtube.com/watch?v=jEEXg7itchc
    Com forte presença feminina no cenário rap, o grupo D’ Origem trás, muita verdade, Meire Mc e Preta Ary, resgatam de forma divertida e irreverente, assuntos do cotidiano brasileiro que, na opinião do grupo devem ser discutidos e assim o fazem em forma de rap. Cada musica cantada pelas Mestras de Cerimonia, mostra as influências e a essência do grupo, suas músicas tem representatividade, principalmente para as mulheres e em sua maioria negras, que se identificam com as letras que compõem o repertório. As letras tem intervenções feitas pelo DJ do Grupo D’ Origem, DJ MD, que participa de forma brilhante com seus scratchs e colagens que aproximam o público de artistas como Cassiano e Gonzaguinha, que cantam a verdade do nosso país. fonte: página oficial no facebook

  13. https://www.youtube.com/watch?v=RuS2fQaighs
    Amanda Cristina Silva dos Santos nasceu em Cotia, SP. Criada numa família que sempre valorizou a cultura negra, Amanda participava desde muito pequena da Congada de São Bendito, festa tradicional de Cotia, que foi trazida há 60 anos pelo seu tio, Benedito Pereira de Castro, o conhecido mestre Dito de Cotia. O trabalho como repórter lhe rendeu convite para participar do grupo de rap OFL – Os fora da Lei, como baking vocal. Após, Amanda decidiu formar o grupo Impacto Feminino, e de lá para cá, vem trabalhando em parceria com muitos artistas. Mesmo com a agenda lotada, Amanda ainda faz parte e contribui com diversos coletivos do Hip Hop Brasileiro e Mundial. A artista também atuou por muitos anos como coordenadora do projeto Inverso Feminino no Núcleo Zumaluma, e como arte educadora no Projeto Mais Educação. fonte: blog oficial no wordpress

  14. https://www.youtube.com/watch?v=-yW2nfTAy-4
    SNJ (sigla de Somos Nós a Justiça[2]) é um grupo de rap brasileiro formado em São Paulo, brasil. Formado em 1996, o grupo voltou após uma pausa com uma nova formação: Sombra, Cris, Rebeld, Minari, Cabeça e DJ Gilmar de Andrade. O SNJ tem seis CDs e um DVD lançados. "SNJ - A sigla" Single 1997 - "Somos Nós" CD 2000 - "O show deve continuar" CD 2003 - "Sai pra lá negativismo" CD e DVD ao vivo 2005 - "A esperança é o alimento da alma" CD 2007 e "Origens" EP 2012. Cris foi a única que desde que entrou (ao substituir Rebeld), nunca saiu do grupo.

  15. https://www.youtube.com/watch?v=QJn89p0eXDs
    Da representação de força do lendário pássaro da mitologia egípcia Fênix nasceu o nome artístico de Priscilla, nascida há 33 anos em Porto Alegre, e que há 10 anos encarou o mundo mudando-se para o bairro Cidade de Deus no Rio de Janeiro. Atualmente residindo em São Paulo, Priscilla Feniks já participou de diversas produções artísticas e põe foco na divulgação de seu 1º CD, que reúne letras e ideias escritas há mais de 15 anos. Já participou de shows e eventos em diversas cidades, como Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, e claro, São Paulo. Reconhecida por sua atuação no cenário dos movimentos socioculturais e pela idealização do Baile Soul Brasil – que acontecia na Rua 24 de Maio, região central de SP – vem apresentando o seu trabalho solo em diversas cidades do estado e com o objetivo de fortalecer o rap feminino. Teve grande repercussão quando o site PalcoMp3 – o maior site de música independente do país – destacou-a na página principal, gerando mais de 400 mil plays em pouco tempo. Existe muita história para contar sobre Priscilla Feniks, que põe a mão na massa quando percebe a necessidade de uma atuação maior em prol a Cultura Hip-Hop. Seja realizando oficinas, formando público, elaborando projetos, ou claro, fazendo as suas músicas. fonte: site oficial

  16. https://www.youtube.com/watch?v=c03koCeTOhY
    Quando ainda era mais conhecida como Joyce Fernandes, Preta-Rara já escrevia poesia. Com 12 anos de idade, ela começou a se interessar pela rima, muito antes de fazer rap. “Meu pai era colecionador de discos. Ele não achava legal mulher cantando rap. Dizia que rap tinha que ter uma voz de peso”, conta Preta. Anos depois, o pai acabou mudando de opinião. Nascida e criada em Santos, no litoral de São Paulo, Preta-Rara começou a cantar na igreja, junto a família. Mais tarde, já com 20 anos, ela montou o grupo Tarja Preta. A parceria durou até 2013, quando a artista resolveu seguir carreira solo. O primeiro CD, chamado Audácia, foi lançado em outubro de 2015. Além de cantar, Preta também é militante, turbanista, dona de uma marca de roupas e professora de história. O conhecimento passado em sala de aula está bastante presente nas músicas, que ainda falam de empoderamento feminino, racismo e de experiências vividas pela rapper. fonte: site oficial

  17. https://www.youtube.com/watch?v=cbOG2HS1WKo
    MC Soffia começou a sua carreira aos 6 anos de idade, logo após participar do projeto "O Futuro do Hip Hop". Hoje, com 12 anos, gosta de produzir sons contestadores sobre paradigmas sociais. Para ela, nascida e criada na periferia de São Paulo, o rap significa "música de força e resistência". A rapper mirim já se apresentou em eventos como, por exemplo, a Virada Cultural de São Paulo e o Festival Afro-latinidades em Brasília. Atualmente, MC Soffia está em fase de pré-produção do seu primeiro álbum, intitulado “Menina Pretinha”. fonte: perfil oficial no facebook

  18. https://www.youtube.com/watch?v=66BnDq3AyfU
    Pamela Carvalho, nascida na Zona oeste de SP em 1982. Pamela (Pamelloza) cresceu no meio da música graças a seus pais e principalmente seu avô, que sempre levava ela nos ensaios do grupo de Samba dele o "Redução de Jornada". Foi integrante de um grupo de Rap chamado Aclive, após isso começou a gravar em estúdio com o produtor musical Emerson Tripa, feito que abriu muitas portas. fonte: beco41

  19. https://www.youtube.com/watch?v=oowpt2hWVUg
    Issa Paz tem 24 anos e canta RAP desde os 12. Conciliando estudo, projetos e música, é formada em Marketing e possui formação profissional em Design e Webdesign. Hoje mora na Zona Norte de São Paulo aonde já desenvolveu projetos socioculturais sendo educadora no Cine Rima Vida, lecionando oficinas de literatura e poesia, além de coordenar o projeto junto ao coletivo 3L. Atualmente faz parte do selo DMNA Produções e agora em turnê com Sara Donato trabalha na divulgação do seu novo projeto: Rap Plus Size. Issa contará sobre sua carreira que anda lado a lado com sua militância contra o machismo e a gordofobia. fonte: página oficial no facebook

  20. https://www.youtube.com/watch?v=oAWGwu3F5aQ
    Integrante do coletivo Frente Nacional Mulheres no Hip Hop, agora atua junto com Issa Paz no Rap Plus Size.

  21. 21 Yzalú

    https://www.youtube.com/watch?v=t61eJriMpY4
    Yzalú (São Bernardo do Campo, 8 de setembro de 1982) é uma cantora, compositora de MPB brasileira. Ela tornou-se conhecida no movimento Hip Hop em interpretações de músicas clássicas e rap.A artista chamou a atenção ao interpretar a música Mulheres Negras, composta pelo rapper e escritor Eduardo, onde colocou muitos na sociedade denunciando e evidenciando a realidade das mulheres negras do Brasil. fonte: wikipedia

  22. https://www.youtube.com/watch?v=ED0MXfbVgM4
    Nascida e criada em Santo André influenciada pela militância politica de consagrados grupos de rap dos anos 90, ela decide ousar e criar a sua versão da história em 1997. Participou de projetos de destaques como o grupo de rap “Simples” e o coletivo “Pau-de-dá-em-doido”. Abriu show de grandes nomes como Dela Soul, Talib Kweli, Pharmonck e Hieroglyfics. Gravou com referências do rap nacional como Max BO, Lurdes da Luz, Shirley Casa Verde, Carol (Realidade Cruel), Arnaldo Tifu e a MC espanhola Indie Style. Em 2012 foi convidada a reescrever “Rua Augusta” , música de grande sucesso do MC Emicida. Dividiu o palco com Mano Brown, Negra Li, Vanessa Jackson e Flora Matos no projeto “Brown Convida”. fonte: Geledés

  23. https://www.youtube.com/watch?v=8mee9bGn-fM
    Dory, é paulista e moradora do bairro de itaquera Tem Alguns anos dedicados ao cenário do Rap Nacional, Militante do rap feminino com suas letras ousadas, criativas e inteligentes. Conheceu o DJ Betinho que morava na Vila Brasilândia, e resolveram montar uma dupla DD e DJ Beto fizeram alguns shows e gravações juntos. Já foi MC do rapper XIS e do grupo DMN. fonte: dia da música

  24. https://www.youtube.com/watch?v=MB2LQlWVWKU
    Dupla de RAP formada por Preta Rara e Negra Jack.

  25. https://www.youtube.com/watch?v=MzlK8QrXAPs
    Tatiana Bispo é cantora e compositora de São Paulo que atua no R&B, neosoul e Rap.

  26. 26 Omnira

    https://www.youtube.com/watch?v=z2vMDtF_usk
    Omnira é uma expressão yorubá que significa liberdade e é a palavra que denomina o grupo paulista composto por Juliana Sete, Paty Treze,Janaina D'Notria e Dj Neew. Criado em 2013 e tendo como foco o empoderamento negro e feminino e trazendo letras sobre as vivencias no hiphop, desde meados de 1999. fonte: página oficial no facebook

  27. https://www.youtube.com/watch?v=FR4ZdNu1Af8
    Nascida no final dos anos 80, na zona sul de São Paulo, desde pequena teve influencia dos bailes de "Melodia", "Flash Back" que sua mãe e seus tios frequentavam, dos discos e sons que rolavam em casa sempre. E que mais tarde, chamando de R&B, se descobriu inteiramente parte. Descobriu que gostava de cantar lá por volta de 9 anos de idade, profissionalmente aos 17. Fez alguns trabalhos como Backing Vocal em diversos segmentos incluindo onde ela atua como artista (Soul, R&B, Rap...). Incluindo artistas como Slim Rimografia, Filiph Neo, Amiri, Renan Samam, Dee, Tatiana Bispo, Drik Barbosa, etc.. Tanto em estúdio como ao vivo. Fez parte do time que compunha uma das mais importantes festas de R&B ao vivo de São Paulo, a Golden, que fazia releituras de clássicos do R&B e Neosoul dos anos 90 e 2000. fonte: página oficial no facebook

  28. 28 Lay

    https://www.youtube.com/watch?v=-DKwKzVp8ZI
    A cantora Lay, reconhecida internacionalmente com seu EP de estréia "129129" (2016), é uma das mais importantes novas vozes da música urbana brasileira. Para além da música, a cantora, nascida e criada em Osasco, mantém um experimento visual constante em seu Instagram @laydirty, com 24 mil seguidores, onde exercita seu estilo contemporâneo e vanguardista, alinhado às sempre mutantes tendências da moda de rua global, quase sempre em forte parceria com os melhores stylists e estilistas. fonte: site oficial

  29. https://www.youtube.com/watch?v=OisM1UUNQqo
    Natural de Brasilia, Cintia Savoli iniciou seus passos no mundo da música cantando bossa nova, samba e chorinho influenciada por sua mãe. Em 1998 começou seu trabalho independente cantando e tocando teclado na Banda de Reggae Arawaks. Nesse tempo dividiu palco com grandes artistas nacionais e internacionais entre eles: Ponto de equilíbrio, Marcelo D2, Natiruts, Tom Zé, Calton Coffie, Junior Gong, Aplha Blond entre outros. O rap bateu em sua porta em 2005 quando foi chamada para compor um grupo chamado Artigo do Rap e logo em seguida um grupo de rap feminino intitulado Poder Feminino. Sua voz, rima e flow fazem toda a diferença no cenário do rap feminino pois sua marca é forte e contundente, o que deixa bem claro nos shows e emociona o publico fazendo-o refletir. Atualmente residindo em Salvador, Cintia lançou seu primeiro CD solo com a produção de Diego Wu 57 que conta com diversas participações dos melhores da cena do rap soteropolitano (Nova Era, Samuel PX, Tiago Negão, Galf Aspecto Cordial, Diego 157) e tem uma parceria firmada com a MC manauense Mirapotira também residente de Salvador. Recentemente Cintia e Mirapotira lançaram o videoclipe intitulado “Sobrevivente da rua”. fonte: perfil oficial no soundcloud

  30. https://www.youtube.com/watch?v=z9VS3EPg2tk
    Diretamente do bairro de Cidade Tiradentes, Zona Leste de São Paulo, A’s Trinca, iniciou sua trajetória no ano de 2012, com suas letras expressivas, mostrando suas ideologias e a valorização da mulher carregando muita história e experiência desde os anos 2000. fonte: página oficial no facebook

  31. 31 Dina Di

    https://www.youtube.com/watch?v=FQ-m9gwjq-o
    Dina Di, nome artístico de Viviane Lopes Matias (Campinas, de 1976 - São Paulo, 20 de março de 2010), foi uma rapper e cantora brasileira do rap nacional, vocalista do grupo Visão de Rua. Considerada a primeira mulher a alcançar sucesso no rap brasileiro, Dina Di iniciou sua carreira em 1989 e lançou diversos singles em sua carreira, com destaque para "A Noiva de Chuck". Foi indicada a diversos prêmios e festivais brasileiros, com destaque ao Prêmio Hutúz, onde foi escolhida na categoria Melhores Grupos ou Artistas Solo Feminino da década. Lançou vários álbuns em parceria com o grupo Visão de Rua. fonte: wikipedia

Sabe de mais alguma rapper que merece estar na lista? Bota aí nos comentários.

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